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Qual é a sua necessidade? Um novo emprego? Adicionar drones ao quadro de serviços da sua empresa? Ter um plano B e uma renda extra? Vamos conversar, durante o curso você recebe o encaminhamento certo para o seu objetivo.

NÃO SEJA DETIDO

A época do Oba Oba acabou, as polícias civil e militar estão passando a exigir os documentos de porte obrigatório do piloto em abordagens, não seja pego desprevenido, aprenda TUDO sobre a regulamentação dos drones e voe seguro.

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PERGUNTAS FREQUENTES

Não existe a necessidade de reconhecimento da ANAC para pilotos que irão utilizar drones de até 25kg em voos do tipo VLOS (até 500 metros) abaixo de 400 pés (120 metros). Para voos fora desses parâmetros, vai ser necessário uma habilitação que será emitida pela ANAC, mas que ainda não foi publicada oficialmente em RBAC (Regulamento Brasileiro da Aviação Civil).

Hoje são necessários 6 itens para operação não recreativa legalizada com drones classe 3 abaixo de 120 metros de altura em linha de visada:

  • Homologação do Rádio (na maioria dos drones já vem de fábrica)
  • Matrícula SISANT (gratuita)
  • Autorização de acesso ao espaço aéreo junto ao DECEA (gratuito)
  • Seguro RETA (custa entre R$500,00 e R$900,00 – anual)
  • Avaliação de risco operacional (gratuita, confeccionada pelo piloto)
  • Manual do drone

A resposta dessa pergunta depende de outros elementos, que são listados abaixo, mas geralmente um piloto ganha entre R$3.000,00 e R$15.000,00 mensais.

Por que há tanta variação?

  • Experiência
  • Equipamento Utilizado
  • Conhecimentos complementares de áudio visual
  • Estratégia de mercado
  • Região de atuação
  • Especialidades complementares

Varia muito em relação aos conhecimentos e habilidades prévias do aspirante, quem vem do aeromodelismo ou atividades que exigem coordenação motora elevada, encontram mais facilidades e podem ser considerados profissionais com um número menor de horas de treino de voo, algo em torno de 50 horas, quem vem sem bagagem prévia em nenhuma área correlata vai demorar um pouco mais, mas pode se tornar profissional com cerca de 200 horas de treino de voo.

 

É importante ressaltar que é considerado profissional quem evoluiu não somente nas habilidades de piloto, mas também nos conhecimentos específicos do setor aonde quer atuar, por exemplo, para se tornar um fotógrafo aéreo profissional, deve também entender de fotografia e não somente de pilotagem, quer ter uma empresa de mapeamento aéreo? Deve ter em seu currículo ou dentro da empresa um profissional com CREA, e por aí vai.

Isso não é uma regra, é apenas uma ideia geral, já tivemos alunos que após 6 horas de voo já estavam realizando tomadas no mesmo nível de um profissional com muitas horas de voo, também já tivemos alunos com facilidade em inglês e bom domínio de tecnologia, que conseguiram realizar as mesmas tomadas profissionais de maneira automática, com boas configurações de missões para fins artísticos.

Cada aluno tem seu tempo, é possível a qualquer pessoa desenvolver seu potencial pleno com estudo, treino e dedicação.

A escolha de um novo drone não é nada trivial e como trata-se de um investimento considerável, deve-se analisar bem as opções.

Drone para Hobby

Tirar fotos nas viagens, da família, praticando esportes:
Mavic Air
Pequeno mas bom de briga, apesar de menor tempo de voo que o Mavic Pro, se mostrou uma opção melhor pela tecnologia mais avançada, principalmente para iniciantes, é o drone mais inteligente da DJI no momento e com o voo mais agradável, modos de Selfie variados e detecção de obstáculos avançada, além da portabilidade, torna-se a melhor opção para hobby para quem pode gastar perto de cinco mil reais. A distância máxima que pode alcançar não é um problema para quem deseja voar nos parâmetros legais permitidos no Brasil.

Spark
Uma opção mais barata que o Mavic Air, tem como principal limitação o estabilizador de imagens em apenas 2 eixos, contra 3 eixos de todos os outros modelos da DJI, tem bem menos opções de configuração para fotos e vídeos, mas ainda assim é uma opção interessante pela portabilidade e custo baixo.

Atenção! Mesmo esses drones marcados como hobby podem servir para uso profissional dependendo de quem os está utilizando, um bom fotógrafo ou film maker consegue captar melhor com um drone desses do que um leigo com um drone mais caro e avançado.

Drone Profissional Básico

Toda a linha Phantom 3 e também o Phantom 4 (standard), além do Mavic Pro  são opções interessantes e que hoje contam com preços reduzidos. Sensores Sony de 12mp equipam esses modelos, excetuando-se o P3 Standard que tem um sensor inferior, Panasonic, além de range menor (distância). Mavic AIR apesar de estar na lista de Hobby merece um lugar aqui pois está com qualidade de filmagem ligeiramente superior ao Mavic Pro.

Drone Profissional

Phantom 4 Pro e Advanced já contam com sensores melhores de captação de imagem, para se ter uma ideia, é o mesmo sensor que equipa um Inspire 2 com X4S, que é um drone bem mais caro. As versões com tela tem a vantagem do brilho alto e maior praticidade, mas perdem no quesito de dificuldade para instalar aplicativos avançados de terceiros, como o Litchi ou um aplicativo para mapeamento como Pix4D. Falando em equipamentos profissionais, o seu orçamento é que vai ditar o drone a ser comprado, bem como o mercado em que pretende atuar, se quer algo melhor que um Phantom 4 Pro ou Advanced, pode-se pensar em um Inspire 2 com X5S ou X7 com conjuntos de lentes, ou ainda, drones montados para levar câmeras mais pesadas e profissionais, como um Black Magic, RED, Alexa, entre outras.

Drone para Mapeamento e Fotogrametria Pequenas Áreas

Para áreas pequenas um multirrotor como um P4Pro ou P4Advanced podem dar conta do recado, drones DJI anteriores não são muito indicados por fatores como tamanho físico do sensor, distância focal, obturador eletrônico, que acabam gerando um material de qualidade inferior. É importante salientar que se você deseja trabalhar nesse setor, precisa de um responsável técnico(com CREA) na empresa se for atuar nas áreas correlatas a geo ou engenharia. Se for utilizar fotogrametria para outros fins, esses profissionais não são necessários, como por exemplo cenários 3D hiper realistas para jogos, tour virtual para clientes do mercado imobiliário, visão computacional para contagem de indivíduos, segurança pública e privada, modelos virtuais para simples referência, entre outros.

Drone para Mapeamento e Fotogrametria Grandes Áreas

Para grandes áreas os drones indicados são do tipo asa fixa (a palavra VANT é obsoleta), pois tem maior eficiência energética, conseguindo realizar o mapeamento de grandes áreas em cada voo. A variação de preços desse tipo de drones é absurda, você deve levar em conta principalmente a câmera embarcada (sensores APS-C e FullFrame são os mais indicados) e amostras de relatórios de qualidade obtidos com esses drones, para validar se a plataforma está bem configurada. Um tipo de drone que já começa a se popularizar para mapeamentos é o VTOL, que realiza pouso e decolagem vertical, mas realiza a missão como um asa fixa, se aproveitando das propriedades aerodinâmicas dessa arquitetura. Um cuidado ao se comprar esse tipo de drone é que o treinamento prático é mais extenso que um treinamento de multirrotor, o piloto deve ter a capacidade de realizar pousos e decolagens sem apoio de tecnologias automáticas, para minimizar o risco de perda do investimento em caso de pane dos sistemas de auto nível.

Custos Adicionais que Devem ser Levados em Conta

– Baterias Extras
– Dispositivo mobile de qualidade (preferência IOS quando se trata de drones DJI)
– Parassol para o dispositivo mobile
– Dronepad
– Case para transporte
– Filtros polarizadores
– Correia de pescoço
– Gazebo
– Drone backup

O drone backup é útil quando se vai trabalhar com missões críticas aonde o cronograma não pode ser quebrado, como por exemplo um documentário que será gravado em diferentes locações, varredura diária de perímetros para fins de segurança, acompanhamentos de obras, etc.

Além disso, quando se vai abrir uma empresa, há uma série de custos adicionais que também devem ser levados em conta, como criação de marca, marketing digital, TI (servidores / sites), computadores com boa capacidade de processamento (quando também vai oferecer serviços de edição ou processamento), contador, endereço comercial, etc.

Com o preço atual do dólar praticamente não está compensando comprar drones vindos do Paraguai, a diferença está pequena e comprando de um grande varejista você vai contar com suporte em território nacional e nota fiscal para evitar problemas em viagens de avião, principalmente, nossa indicação hoje é a compra pelo Magazine Luiza com entrega direta na loja, aonde você busca o drone no Magazine Luiza mais próximo e economiza o valor do frete, além disso pode parcelar no cartão. Comprando no Magazine Luiza pelos links acima você ganha 10% de desconto em qualquer curso presencial da Escola de Drones.

Sim, após o curso você já estará apto legalmente a trabalhar no que diz respeito as regulamentações relativas a aeronaves e tráfego aéreo, para se legalizar completamente só vai faltar abrir sua empresa, que pode ser até mesmo uma MEI, aonde os impostos são mais baixos e não há a necessidade de se contratar um contador no primeiro momento.

Não existe uma carteirinha por enquanto com valor legal perante os órgãos reguladores, a prova da ANAC ainda não foi publicada em Regulamento, se a empresa aonde você for fazer o seguro exigir uma carteirinha, fuja dessa empresa, pois a exigência não é legal, procure sempre uma seguradora registrada e autorizada pela SUSEP.

Não, os itens para voar de maneira não recreativa legalmente estão descritos na primeira pergunta dessa FAQ.

Não, o seguro RETA somente é exigido para voos não recreativos, no entanto, você ainda vai precisar registrar seu drone junto a ANAC no sistema SISANT e informar seus voos no sistema SARPAS do DECEA, exceto quando estiver voando em uma área adequada que já tenha passado por análise de tráfego (aeroclubes e associações de aeromodelismo).

Sim, desde que mantenha em todas as fases da operação uma distância horizontal mínima de 30 metros das pessoas que não autorizaram ser sobrevoadas e que esteja portando todos os itens presentes na lista da primeira pergunta dessa FAQ. Quando o voo for recreativo, é dispensado o seguro e a análise de risco operacional.

Para voar em locais públicos o planejamento de horários e a verificação com o administrador do local é indispensável, para se manter os riscos operacionais em nível aceitável.

Os locais fechados ou semi cobertos não são considerados como espaço aéreo e o voo pode ser realizado desde que exista uma análise de risco operacional consistente para salvaguardar pessoas e propriedades e o administrador ou dono do local autorize. Não é necessária a autorização do DECEA.

Apesar de muito comuns em vídeos e redes sociais, os voos a longas distâncias (mais de 500 metros) e grandes alturas (acima de 120 metros) não são autorizados no Brasil, todos esses voos são ilegais e passíveis de punições nas esferas cível e criminal. Só existe por enquanto um modelo de drone e 2 pilotos habilitados para esse tipo de voo no Brasil e trata-se de um modelo de drone que custa acima de R$80.000,00. Ninguém que realiza voos long range com equipamentos DJI ou similares está legalizado. A única excessão a essa regra é para o governo e polícias, que contam com circulares de informação aeronáutica, emitidas pelo DECEA, que autorizam essas operações em caráter especial.

Sim, desde que se mantenha distante das pessoas que não autorizaram ser sobrevoadas e cumpra os outros requisitos aplicáveis ao seu tipo de voo.

Sim, já temos vários casos de apreensão de equipamentos realizados no Brasil, principalmente na Bahia e em Minas, mas aos poucos, policiais de outros estados já estão começando a apreender também. É um erro achar que a ANAC ou DECEA vai fiscalizar você voando com o seu drone, a competência de fiscalização é das polícias e a tendência é vermos  cada vez mais pilotos ilegais sofrendo as consequências legais. Em casos mais extremos, aonde o piloto coloca em risco a navegação aérea ou a integridade de outras pessoas, o caso é encaminhado ao Ministério Públicos e as multas são pesadas, podendo chegar até a 80 mil reais dependendo da gravidade da situação, sem falar em possíveis processos de terceiros que sentiram que sua privacidade ou integridade física foram ameaçadas.

A maioria dos drones comerciais não foram projetados para o voo na chuva, podendo ocorrer oxidação de componentes internos e falhas do sistema que podem levar a quedas. Existem drones específicos para esses tipos de voos, geralmente de nível industrial, com componentes blindados.

A maioria dos drones comerciais suportam ventos de até 10m/s ou 36 km/h. Consulte sempre o manual do seu drone para ver o vento máximo suportado e sempre leve em conta a velocidade do vento no seu plano de voo, pois a autonomia do drone é limitada em situações extremas, ou seja, seu drone vai voar menos tempo que o habitual em situações de vento, e em casos extremos, pode ocorrer de você nem conseguir voltar. Não confie em equipamentos que medem apenas o vento de solo, como anemômetros e birutas, consulte sempre informações meteorológicas para saber como estará o vento no nível de voo pretendido para sua missão.

Sim, para um drone importado ficar completamente legalizado você vai precisar além dos documentos listados na primeira pergunta dessa FAQ, da Declaração de Importação e realizar a homologação no sistema mosaico da Anatel, aonde vai pagar uma taxa de R$200,00. A Anatel já informou que a homologação do fabricante (selo anatel impresso no drone) não é válida em casos de descaminho (produtos que entraram no país sem o recolhimento de impostos).

Os sistemas da ANAC e do DECEA não exigem DI nem Homologação, mas uma eventual fiscalização da Receita Federal pode exigir.

Não, você não precisa de CREA para realizar o curso, no entanto, se você quiser prestar serviços para áreas correlatas a cartografia / geo / engenharias, vai precisar de um responsável técnico para te apoiar nos serviços e assinar as entregas. Se for utilizar fotogrametria para outros fins, esses profissionais não são necessários, como por exemplo cenários 3D hiper realistas para jogos, tour virtual para clientes do mercado imobiliário, visão computacional para contagem de indivíduos, segurança pública e privada, modelos virtuais para simples referência, entre outros.

A reclamação de mercado saturado é recorrente em qualquer setor aonde a oferta passa a ser maior que a demanda, no caso dos drones, realmente já existem muitas pessoas prestando serviços de baixa qualidade e fora das normas legais por preços irrisórios, que não cobrem nem o risco, no entanto, existe muito mercado ainda para serviços de alto valor agregado e bem executados, o grande segredo da profissão é a atualização constante, o aperfeiçoamento profissional e a busca pela especialização e excelência. Não seja generalista (aquelas empresas que ministram cursos, vendem serviços, equipamentos, fazem manutenção, tentam fazer de tudo para complementar renda e acabam não fazendo nada bem feito) e sim especialista para seus serviços serem valorizados.

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Tags: empreendedorismo,

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Aluno Escola de Drones, é piloto responsável. Voos de acordo com as regulamentações vigentes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).